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Conhecida também por hidrólise alcalina, a reação de saponificação é um tipo de reação química que ocorre entre um éster e uma base inorgânica, na presença de água e aquecimento, tendo como produtos finais um sal orgânico e um álcool. Na imagem o glicerídeo representa o éster; a base inorgânica é a soda cáustica (3NaOH);o sabão é o sal orgânico e o álcool é o glicerol ou glicerina.
Category: Image
Languages Available: Portuguese
02/12/201211
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Os ácidos graxos insaturados podem apresentar-se na forma cis ou trans. Na configuração cis os hidrogênios que estão próximos à ligação dupla encontram-se no mesmo lado da cadeia, já na configuração trans, os hidrogênios estão em lados opostos.
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Languages Available: Portuguese
Keywords: ácido graxo, cis, trans
01/12/20127
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Esquemas simplificados (geral) das vias bioquímicas de degradação de proteínas, bases púricas e pirimídicas nas principais classes de animais. Os esquemas contribuem na compreensão comparativa das vias bioquímicas das diferentes classes.
Category: Image
Languages Available: Portuguese
30/09/201168
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A ave Primavera (Xolmis cinereus) pertence à da Família Tyrannidae. Apresenta larda distribuição pelo Brasil.
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Languages Available: Portuguese
Keywords: Ave
12/12/201013
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Modelo 3D da cabeceira do Ribeirão das Pedras, desenvolvida a partir das curvas de nível da carta topográfica da área (http://www.bdc.ib.unicamp.br/gv/visualizarMaterial.php?idMaterial=1072). Unidade: UTM (23K) / datum: Córrego Alegre
Category: Image
Languages Available: Portuguese
04/04/201036
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Nome popular: -. Árvore até 12m; extremidade dos ramos rugosa, glabra; folha simples, alterna, espiralada, sem estípula, pecíolo canaliculado, 0,5 X 0,2cm, glabro, lâmina elíptica, elíptico-lanceolada, elíptico-oboval, ápice agudo, base atenuada, revoluta, 24 X 5cm, margem inteira, revoluta, cartácea, venação camptódroma, nervuras secundárias e terciárias inconspícuas, vernação terciária inconspícua, glabra, pontuações nigrescentes, opacas, diminutas, dispersas por toda lâmina, canais secretores sobre a nervura central e base, visíveis com auxílio de lupa; fruto drupa, globosa, 0,7cm diâm., glabro, nigrescente no material seco. Distribuição: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina; na mata atlântica. Referência: Jung-Mendaçolli, S.L.; Bernacci, L.C. & Freitas, M.F. 2005. Mysinaceae. In: M.G.L. Wanderley; G.J. Shepherd; A.M. Giulietti; T.S. Melhem; V. Bittrich & C. Kameyama (eds). Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo. Vol. 4. São Paulo: Fapesp, Rima.
Category: Image
Languages Available: Portuguese
05/02/201027
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Nome popular: -. Árvore até 8,5m; extremidade dos ramos achatada, tomentulosa; folha simples, oposta, sem estípula, coléteres na base dos pecíolos, filiformes, visíveis com auxílio de lupa, pecíolo canaliculado, 1 X 0,1cm, tomentuloso a pubescente, nigrescente no material seco, lâmina elíptica a oval-elíptica, ápice longo-acuminado, base levemente atenuada, 12-16,5 X 5,5cm, margem inteira, membranácea a cartácea, venação camptódroma, 5-7 pares de nervuras secundárias, formando arcos distantes à margem, conspícuas, amarronzadas na face abaxial, geralmente primeiro par oposto a sub-oposto, venação terciária formando retículo, mais conspícuo na abaxial, face adaxial glabrescente, abaxial pubescente, tricomas concentrados nas nervuras, pontuações hialinas, opacas, diminutas, dispersas por toda lâmina, mais conspícua na face abaxial, visíveis com auxílio de lupa; fruto baga-globosa, 3cm diâm., glabrescente, nigrescente no material seco. Distribuição: região serrana dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro; na mata pluvial atlântica. Referência: Lorenzi, H. 2009. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo da plantas arbóreas nativas do Brasil. Vol. 03. 1° ed. Nova Odessa. Instituto Plantarum.
Category: Image
Languages Available: Portuguese
22/01/201013
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Nome popular: -. Árvore até 7m; extremidade dos ramos cilíndrica, glabra, pontuações diminutas, numerosas, dispersa, visíveis com auxílio de lupa; folha simples, oposta, sem estípula, anisofilia no mesmo nó, folhas menores com pontuações diminutas, numerosas, dispersas, visíveis com auxílio de lupa, pecíolo canaliculado, 0,8 X 0,3cm, ferrugíneo-pubescente, lâmina elíptico-oblonga, ápice longo-acuminado, base arredondada, 28,5 X 9cm, margem inteira, subcartácea, venação camptódroma, 16 pares de nervuras secundárias, paralelas, espaçadas ca. 1cm, mais conspícuas na face abaxial, venação terciária formando retículo conspícuo, nervura marginal pouco conspícua, ca. 0,1cm da margem, face adaxial glabra, abaxial glabrescente, pontuações ferrugíneas, opacas, diminutas, esparsas por toda lâmina na face abaxial, visível com auxílio de lupa. Distribuição: São Paulo, Paraná e Santa Catarina; mata pluvial da costa atlântica. Referência: Legrand, C.D. & Klein, R.M. 1971. Mirtáceas. In: R. Reitz (ed.). Flora Ilustrada Catarinense , parte I, fasc. MIRT. Itajaí. Herbário Barbosa Rodrigues.
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14/01/201023
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Nome popular -. Árvore até 7m; extremidade dos ramos ferrugíneo-pubérula, folha composta, paripinada, alterna, espiralada, estípula triangular a linear, até 1cm compr., pecíolo cilíndrico, 9 X 0,3cm, puberulo, raque alada, com nectário extra-floral pateliformenas intersecções dos peciólulos, peciólulo cilíndrico, 0,4 X 0,2cm, tomentuloso, folíolos mais que 6, opostos, lâmina elíptica a oblongo-elíptica, ápice acuminado, base cuneada, algo assimétrica, 20-25 X 7-9,5cm, margem inteira, revoluta, cartácea, venação camptódroma, 8-12 pares de nervuras secundárias, mais conspícuas na face abaxial, venação terciária reticulada, pouco conspícua, face adaxial glabra, abaxial glabrescente. Distribuição: -. Referência:
Category: Image
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14/01/201013
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Nome popular pau-d'óleo, copaíba. Árvore até 15m; extremidade dos ramos cilíndrica, tomentosa a glabrescente; folha composta, paripinada, alterna, espiralada, estípula caduca, pecíolo estriado, até 3 X 0,2cm, tomentuloso, pulvino na base, peciólulo canaliculado, 0,3 X 0,1cm, tomentuloso, coléteres na base, nigrescente no material seco, visíveis com auxílio de lupa, folíolos 8-12, opostos, ou sub-opostos, lâmina assimétrica, oval-elíptica, oval-falcada, ápice acuminado a levemente caudado, base arredondada a obtuso-arredondada, assimétrica, 4-6 X 3cm, margem inteira, ciliada, 1-3 nectários próximos a base visíveis com auxílio de lupa, subcartácea a cartácea, venação camptódroma, formando retículo, conspícuo, tomentulosa, com tricomas concentrados nas nervuras, pontuações translúcidas, diminutas, numerosas, dispersas por toda lâmina, visíveis contra luz, face adaxial brilhante no material seco. Distribuição: Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Referência: Lorenzi, H. 2002. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo da plantas arbóreas nativas do Brasil. Vol. 01. 4° ed. Nova Odessa. Instituto Plantarum.
Category: Image
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14/01/201018
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Nome popular ingá-feijão. Árvore até 14m; extremidade dos ramos glabra, com lenticelas; folha composta, paripinada, alterna, espiralada, estípula caduca, pecíolo com pulvino, estriado, 1,5 X 0,1cm, glabro, raque estreito-alada, expandida em direção ao ápice, nectário extra-floral pateliforme nas intersecções dos peciólulos, peciólulo curto, 0,2 X 0,1cm, nigrescente no material seco, folíolos 4, opostos, lâmina elíptica, assimétrica, ápice longo-acumidado, base cuneada, assimétrica, 11,5-14 X 3,5-5cm, margem inteira, subcartácea, venação camptódroma, 4-6 pares de nervuras secundárias, mais conspícuas na face abaxial, venação terciária pouco conspícua, glabra. Distribuição: América central e sul, amplamente distribuída no território brasileiro; matas ciliares. Referência: Burkart, A. 1979. Leguminosas. Flora Ilustrada Catarinense. parte I, fasc. LEGU. Itajaí. Herbário Rodrigues Barbosa. Lorenzi, H. 2002. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo da plantas arbóreas nativas do Brasil. Vol. 02. 2° ed. Nova Odessa. Instituto Plantarum.
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14/01/20107
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Nome popular: -. Árvore até 7m; extremidade dos ramos cilíndrica, glabra, acizentada; folha composta, paripinada, alterna, espiralada, estípula caduca, pecíolo com pulvino na base, canaliculado, 1-3,5 X 0,1cm, glabro, nigrescente no marerial seco, raque estreito-alada, nectário extra-floral pateliforme nas intersecções dos peciólulos, peciólulo canaliculado, 0,4 X 0,2cm, glabro, nigrescente no material seco, folíolos 4, opostos, lâmina elíptica, ápice acumindo, base atenuada, as vezes algo assimétrico, 10-17 X 3-6cm, margem inteira, levemente ondulada no material seco, cartácea a subcoriácea, venação camptódroma, 6-9 pares de nervuras secundárias, pouco conspícuas, venação terciária reticulada, pouco conspícua, glabra, face adaxial brilhante no material seco. Distribuição: região amazônica, Mata Atlântica de restinga e de tabuleiro do Ceará até São Paulo. Referência: Lorenzi, H. 2009. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo da plantas arbóreas nativas do Brasil. Vol. 03. 1° ed. Nova Odessa. Instituto Plantarum.
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14/01/201010
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Nome popular -. Árvore até 12m; extremidade dos ramos levemente achatada, glabra, acinzentada; folha composta, digitada, oposta, cruzada, sem estípula, pecíolo canaliculado, (7-)12 X 0,2cm tricomas lepidotos esparsos, nigrescente no material seco, peciólulo canaliculado, até 2 X 0,1cm, tricomas lepidoto esparsos, nigrescente no material seco, folíolos 5, lâmina elíptico-oval, elíptico-oboval, elíptica ou oval, ápice acuminado, base cuneada, folíolo terminal maior que os demais , até 15 X 6,5cm, margem serreada a serrada, geralmente a partir do terço inferior, membranácea a sub-cartácea, venação camptódroma, 8-10 pares de nervuras secundárias, paralelas, opostas ou sub-opostas, mais conspícuas na face abaxial, venação terciária pouco conspícua, tricomas simples e lepidotos esparsos a glabrescentes, domácias tomentosas, nas axilas da nervura central e secundárias, conspícuas, visíveis a olho nú. Distribuição: Guianas, Colombia a Bolívia, até o sudeste brasileiro; ecologicamente diversa especialmente na mata atlântica. Referência: Gentry, A.H. 1992. Bignoniaceae – Part II (tribe tecomeae). Flora Neotrópica. Monografia 25 (II). Sandwith, N.Y. & Hunt, D.R. 1974. In: R. Reitz (ed.). Flora Ilustrada Catarinense , parte I, fasc. BIGN. Itajaí. Herbário Barbosa Rodrigues.
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14/01/201014
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Nome popular: brejaúva. Palmeira até 9m; caule (ou estipe) solitário, colunar, epinescente; folha simples, profundamente pinada, peciolo com espinhos nigrescentes, raque arqueada, triangular, pinas 59-85 pares, subopostas, dísticas, distribuídas regularmente ao longo da raque, com espinhos nigrescentes ao longo da raque, lâmina estreito-lanceolada, ápice acuminado, base cuneada, 58 X 2,5cm, margem inteira, cartácea, venação paralelódroma, conspícua, face adaxial glabra, abaxial com espinhos esparsos. Distribuição: Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina; na costa atlântica. Referência: Lorenzi, H.; Souza, H.M.; Costa, J.T.M.; Cerqueira, L.S.C. & Ferreira, E. 2004. Palmeiras Brasileiras e Exóticas Cultivadas. Nova Odessa. Instituto Plantarum. Henderson, A.; Galeano, G. & Bernal, R. 1995. Field Guide to the Palms of the americas. United Kingdom: Princeton University Press.
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Languages Available: Portuguese
12/01/20105
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Ilustração de Célula vegetal mostrando as organelas que a compõe: núcleo, retículo endoplasmatico rugoso e liso, ribossomos, complexo de golgi, vacúolo, mitocôndria e cloroplasto.
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Languages Available: Portuguese
09/01/2010186
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Duas ilustrações de Células Animais mostrando suas organelas: núcleo, retículo endoplasmático rugoso e liso, ribossomos, mitocôndria, sistema golgiense e lisossomo.
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Languages Available: Portuguese
08/01/2010204
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Ilustração esquemática de uma Bactéria.
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Languages Available: Portuguese
Keywords: bactéria
07/01/201082
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Nesta imagem apresenta-se uma chave geral de identificação das rochas de Campinas-SP, elaborada para fins didáticos, principalmente em saídas de campo. A imagem foi gerada a partir do software C-Maps tool. Estão disponibilizados no Geociências Virtual (complementar ao mapa): imagens e ficha das rochas, software campo virtual em Campinas, software Petra: Identificação interativa de rochas de Campinas, além da busca interativa de rochas.
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Languages Available: Portuguese
27/10/200964
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Nome: Granito Morungaba Formação a qual pertence: Suíte Granítica Morungaba Tipo de rocha: Rocha Ígnea intrusiva Características da rocha: Por ser uma rocha formada a partir da consolidação de um magma, seus minerais não apresentam orientações preferenciais, nem se agrupam. Descrição visual: Existem diversos tipos de granitos diferentes nesta suíte. Eles têm em comum a baixa porcentagem de minerais máficos, variando entre 5% e 15% (leucocráticos ou hololeucocráticos), granulação média, equigranular a inequigranular, todos com presença forte de biotita na composição. Descrição da textura (ao tato): Textura de média a grossa. Composta de grãos grosseiros, é bastante áspera e rugosa. Solo de alteração (Saprolito): possui textura areno-siltosa (saibro), espessura variável, com ocorrência de matacões (planos de fraqueza circulares e concêntricos, que condicionam a desagregação da rocha frente aos processos de intemperismo) dependendo da textura da rocha matriz. Aplicações (uso da rocha no dia a dia): utilizado na construção civil (brita e pavimentação) e como rocha ornamental.
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Category: Image
Languages Available: Portuguese
26/10/200917
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Nome: Granito Jaguariúna  Formação a qual pertence: Suíte Granítica Jaguariúna  Tipo de rocha: Rocha Ígnea intrusiva Características da rocha: Por ser uma rocha formada a partir da consolidação de um magma, em ambiente sin-tectônico, seus minerais apresentam em geral orientações preferenciais. Descrição visual: Existem dois tipos de granitos nesta suíte, equigranular e porfirítico. A maior parte das rochas desta suíte possuem uma matriz fina a média, eventualmente média a grossa; são rochas porfiríticas, sustentando megacristais ovalados de feldspato potássico róseo de 2cm em média, podendo chegar a 5cm de comprimento. Pode-se encontrar em menor proporção a rocha equigranular. Descrição da textura (ao tato): Textura de média a grossa. Composta de grãos grosseiros, é bastante áspera e rugosa. Solo de alteração (Saprolito): possui textura areno-siltosa (saibro), espessura variável, com ocorrência de matacões (planos de fraqueza circulares e concêntricos, que condicionam a desagregação da rocha frente aos processos de intemperismo) dependendo da textura da rocha matriz. Aplicações (uso da rocha no dia a dia): utilizado na construção civil (brita e pavimentação) e como rocha ornamental.
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Languages Available: Portuguese
26/10/200912
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