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15cm. Identificação: lembra um pouco o pardal, mas apresenta listras branco e pretas no topo da cabeça e um pequeno topete. É uma ave muito conhecida , presente até mesmo em músicas populares, o tico-tico é bem conhecido não só por ser comum, mas também por não ter medo do ser humano. Nada arisco, é possível chegar a poucos metros desta ave sem que ela se incomode e em locais onde está acostumada pode até mesmo comer na mão. Alimenta-se de pequenos invertebrados, sementes e pequenos frutos. Aprende a comer em comedouros artificiais, chegando ate mesmo a entrar em casas. Muito comum em fazendas, também ocorre em cidades, contanto que sejam bem arborizadas. Os machos são territoriais e podem brigar entre si. Chegam até mesmo a brigar contra a própria imagem refletida em vidros e espelhos retrovisores de carros. O ninho é geralmente construído em árvores baixas ou trepadeiras, podendo ser até mesmo construído diretamente no chão. A fêmea alimenta os filhotes sozinha. É a principal vítima do chopim ( Molothrus bonariensis ), que bota seus ovos no ninho do tico-tico, que os choca e alimenta os filhotes como se fossem seus. Os filhotes de chopim, muito maiores e mais fortes matam os ``irmãos´´ tico-ticos. Chega a ser revoltante ver a fêmea de tico-tico alimentando os filhotes de chopim, maiores que ela própria e implorando por comida o tempo todo. A população do tico-tico tem decaído em alguns locais como na cidade de São Paulo e esta decadência tem sido atribuída, entre outros possíveis fatores, ao aumento na população dos chopins.
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22/02/200744
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11cm. Identificação: o macho adulto é inconfundível por ser todo preto, exceto por uma pequena mancha branca na parte inferior das asas, já as fêmeas e imaturos são quase idênticas a várias outras espécies da família, especialmente às fêmeas dos papa-capins ( gênero Sporophila ). Espécie muito conhecida em nosso país, principalmente pelo hábito dos machos fazerem apresentações de corte e defesa do território boa parte do ano. Estas apresentações são geralmente feitas a partir de poleiros não muito altos como mourões de cerca e arbustos. O macho voa verticalmente cerca de 60cm e em seguida solta o corpo, mostrando as manchas brancas nas asas e retornando ao poleiro. Esses movimentos são muito rápidos e repetitivos e a ave vocaliza enquanto voa, lembrando seu nome popular ``tiziu´´. Alimenta-se principalmente de sementes de gramíneas como a braquiária, mas também captura insetos. É muito comum nas áreas rurais e também em cidades, especialmente em terrenos baldios. A fêmea constrói o ninho em forma de bola entrelaçando gravetos finos e folhas de gramíneas. Geralmente são postos 3 ovos. Os pais se revezam na alimentação dos filhotes. A mesma fêmea pode ter mais de uma cria no mesmo ano. É migratória nos estados do Sul e Sudeste, indo ao norte no inverno. É curioso notar que as datas de partida ou chegada desta espécie no estado de São Paulo têm sido cada vez mais irregulares. Em 2005 foi possível avistar esta ave o ano todo no estado de São Paulo. Este pode ser um reflexo do fenômeno de aquecimento global.
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22/02/200721
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18cm. Identificação: pode ser confundinda com duas outras espécies do gênero, a noivinha ( Xolmis irupero ), que possui o corpo quase inteiro branco, exceto pelas asas e cauda e a primavera ( Xolmis cinerea ), que é mais cinzenta, tendo a noivinha-branca, portanto, uma coloração intermediária entre estas duas espécies. Espécie típica de áreas campestres, a noivinha-branca, ou pombinha-das-almas passa a maior parte do tempo imóvel, pousada em árvores isoladas na paisagem, em postes de eletricidade ou mourões de cerca. Alimenta-se principalmente de insetos capturados em vôos curtos, retornando em seguida ao poleiro, mas também consome pequenos frutos. Pouco se sabe sobre seu comportamento e reprodução. É migratória, mas suas rotas migratórias não são bem conhecidas.
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22/02/20077
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Identificação: inconfundível pela sua cauda extremamente longa e visivelmente bifurcada. A única outra espécie semelhante é a tesoura-do-brejo ( Gubernetes yetapa ), do qual difere por apresentar a cabeça menor com o topo negro e pela cauda ser relativamente mais grossa. A cauda tem praticamente o mesmo comprimento do corpo. O macho é maior que a fêmea, chegando a 40cm com a cauda. Passa a maior parte do tempo empoleirado no alto, voando para capturar os insetos que são a base de sua alimentação. Também consome pequenos frutos. O casal constrói um ninho ralo de gravetos porcamente amontoados. É comum os filhotes e ovos serem derrubados pelo vento. Os pais se revezam na criação dos filhotes. São migratórios, indo para latitudes mais baixas no inverno. Durante as migrações podem formar bandos numerosos. As datas de migração desta e de várias outras espécies sazonais têm sido cada vez mais variadas, o que pode ser devido ao aquecimento global.
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21/02/20076
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Comprimento: 13cm Identificação: as partes superiores são azul-metálicas, mas dependendo da incidência da luz parecem negras. As asas e a cauda são negras, inclusive nas partes inferiores. A região negra da parte inferior da cauda vai até a altura da cloaca, o que a distingue da andorinha-de-sobre-branco (Tachycineta leucorrhoa). A divisão das cores é bem nítida. Não há manchas brancas nas partes escuras, nem manchas escuras na parte branca, o que a diferencia das outras andorinhas brasileiras, a não ser da andorinha-doméstica-grande (Progne chalybea), que é bem maior. É uma das aves com distribuição mais ampla na América Latina, ocorrendo desde a Costa Rica até a Terra do Fogo, assim como desde o nível do mar até os Andes. A andorinha-pequena-de-casa está quase sempre presente em nosso dia-a-dia e na maior parte dos locais onde ocorre basta olhar para o céu em dias de tempo bom que elas estarão lá, dando um verdadeiro show com suas acrobacias aéreas enquanto caçam insetos voadores. Passam a maior parte do dia voando, só pousando em árvores, antenas e fios de eletricidade para descansar ou quando o tempo está ruim. Sobrevoam os mais variados tipos de formações vegetais, mas são especialmente abundante em campos, especialmente na época de revoadas de formigas e cupins alados, quando formam bandos de dezenas de indivíduos nas áreas dos formigueiros e cupinzeiros. Na natureza essas aves usam buracos em barrancos, escarpas e rochas tanto para nidificar quanto para pernoitar. Este hábito representou uma pré-adaptacao desta ave ao meio urbano, que se sente muito a vontade nas frestas de telhados ou qualquer outro espaço em nossas construções. O ninho é uma tigela feita de palha, as vezes cimentada com fezes de gado e recoberta por penas. Os ovos, geralmente de 3 a 5, são incubados pela fêmea enquanto o macho a alimenta. O casal se reveza na alimentação dos filhotes. É migratória, especialmente nos locais mais frios, mas ao contrário de outras espécies de andorinhas não realiza migrações muito longas.
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21/02/200710
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22cm. Identificação: lembra um pouco as marias-cavaleiras (gênero Myarchus ), porém não apresenta topete nem marrom nas partes superiores. É muito parecido com o suiriri-de-garganta-branca ( Tyrannus albogularis ), tendo inclusive a garganta branca, mas esta cor é muito menos intensa e mais restrita que na última espécie. O nome suiriri é derivado da vocalização desta ave, facilmente reconhecida. Esta ave passa a maior parte do tempo empoleirada imóvel em galhos altos, fios da rede elétrica ou antenas de televisão. Alimenta-se de insetos que costuma capturar em vôos curtos, retornando a seu poleiro logo em seguida. É uma ave muito valente e territorial. Afugenta qualquer outra ave que a ameace, inclusive espécies bem maiores e perigosas como gaviões. Constrói o ninho em árvores altas. Há observações que evidenciam a construção de ninhos em arvores com colméias de forma que as abelhas auxiliem na segurança da prole. É migratório, indo para o norte no inverno. Os registros das datas de chegada dos suiriris em varias cidades têm mostrado grandes adiantamentos ou atrasos nos últimos anos, o que pode ser um reflexo das mudanças climáticas advindas do aquecimento global.
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21/02/200712
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24cm. Identificação: inconfundível pela coloração avermelhada da barriga. É a ave símbolo do Brasil, título concedido pela sua presença constante na cultura popular seja em poemas ou músicas. Há quem questione a escolha desta ave como símbolo nacional, especialmente pelo fato de não ser endêmica do Brasil, ocorrendo também em países vizinhos, mas atualmente o título já está oficializado. Apesar de estar distribuído por quase todo o Brasil não amazônico é mais comum no litoral próximo a ele. Quando comparado a outro sabiá muito comum, o sabiá-pardo ( Turdus leucomelas ), é mais frequente em regiões úmidas. Ocorre em pomares, bordas de mata e é especialmente comum em parques urbanos, sendo muito freqüente onde quer que haja uma área verde, mesmo em grandes metrópoles como Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. Assim como outros sabiás alimenta-se de invertebrados que captura revirando o solo e folhas caídas no chão. Também consome pequenos frutos que pega diretamente nas árvores ou caídos no chão. Aceita alguns alimentos oferecidos pelo homem, especialmente frutos como o mamão e a goiaba. Seu canto possui uma estrutura pré-determinada, mas parte de sua melodia é aprendida, portanto há grande variação individual e conforme a localidade. O canto verdadeiro só pode ser ouvido na primavera, que é o início da época reprodutiva. A partir de Setembro os machos cantam incessantemente o dia inteiro e muitas vezes até mesmo a noite. Em meados do verão cessa a cantoria e as únicas vocalizações emitidas por estas aves são aquelas de alerta, especialmente ao entardecer quando disputam os melhores poleiros para pernoitar. O ninho é geralmente feito em forquilhas de árvores de porte médio. É construído basicamente de gravetos e folhas finas, podendo ser reforçado com barro. Os pais se revezam na alimentação dos filhotes, que levam cerca de 3 semanas para abandonar o ninho. Realiza migrações sazonais, indo para o norte ou para altitudes mais baixas nos meses mais frios.
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21/02/200713
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23cm. Identificação: parecido com o sabiá-poca ( Turdus amaurochalinus ), ocorrendo nos mesmos locais que este, porém apresenta o bico escuro e a coloração com tons cinzas e asas ferrugíneas. A parte inferior da cauda é clara. É o sabiá mais comum do interior do Brasil, especialmente em regiões de cerrado. Assim como outros sabiás revira as folhas caídas em busca de pequenos invertebrados e também se alimenta de pequenos frutos. Canta somente na primavera, época em que acasala. Durante o resto do ano só emite vocalizações de alerta, especialmente ao entardecer quando disputam os melhores poleiros para passar a noite. O ninho pode ser construído em locais tão estranhos quanto telefones públicos e jardineiras. É feito de gravetos e folhas finas e reforçado com barro. Os pais se revezam na criação dos filhotes, que são geralmente 2.
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20/02/200724
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21cm. Identificação: pode ser distinguido do sabiá-branco ( Turdus leucomelas ) pelo bico amarelado, garganta estriada com mancha branca abaixo, parte superior pardo-olivácea e mancha escura ente os olhos e o bico. Costuma ocorrer nos mesmos locais que o sabiá-branco, sendo um pouco menos comum em áreas urbanas. Assim como outros sabiás revira a folhagem no chão em busca de pequenos invertebrados e também come frutinhas que pode pegar diretamente nas árvores ou no chão. Canta no começo da primavera, que é a época reprodutiva. No resto do ano só emite vocalizações de alerta. O ninho é aberto, construído no alto. Os filhotes, geralmente 2 são alimentados por ambos os pais e deixam o ninho em cerca de 20 dias.
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20/02/200716
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16cm. Identificação: o macho é praticamente inconfundível por seu corpo todo barrado em alvinegro e um topete negro na cabeça (nem sempre eriçado). Até a fêmea, que é ferrugínea, apresenta um topete e estrias na face. As únicas espécies que se assemelham à choca-barrada são a choca-listrada (Thamnophilus palliatus) e a choca-de-asa-vemelha (Thamnophilus torquatus), mas ambas apresentam machos com áreas ferrugíneas tanto nas asas quando na cauda. É a choca de distribuição mais ampla e a que mais se aproxima do ser humano, tanto por não ser arisca quanto por ser bem generalista e se adaptar a áreas alteradas. Sua distribuição original compreendia cerradões, bordas de matas de galeria e outras formações florestais não muito densas. No fim da década de 80 sua aparição em áreas urbanas foi até motivo para publicações em periódicos ornitológicos, mas hoje em dia sua presença em nossas cidades já não é mais novidade e já foi encontrada até mesmo em parques próximos ao centro de metrópoles como Campinas e Ribeirão Preto. Sua distribuição vem crescendo e recentemente chegou à cidade de São Paulo, que está fora de sua distribuição original que era restrita a áreas de cerrado. A choca-barrada costuma ser vista aos casais, nas copas de árvores baixas ou nos estratos florestais médios, alimentando-se basicamente de insetos. É territorial, ao menos na época de reprodução. O ninho em forma de taça costuma ser construído em arbustos fechados. Os ovos, geralmente dois, são incubados pela fêmea por cerca de duas semanas. O casal se reveza na alimentação dos filhotes, que levam mais duas semanas para abandonar o ninho. Há relatos de casais que procriaram duas vezes na mesma estação reprodutiva.
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20/02/20079
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Identificação: o gênero Thamnophilus ainda é motivo de muitas controvérsias entre os ornitólogos que ainda não chegaram a conclusões bem fundamentadas sobre o status taxonômico de boa parte de suas espécies, inclusive a choca-da-mata. Seu nome em inglês, variable antshrike, diz muito sobre sua aparência, que é de fato muito variável. Existem pelo menos 12 subespécies e talvez algumas delas ainda sejam separadas em espécies distintas. Como se não bastasse ainda há uma outra espécie, na verdade um grupo de subespécies que têm sido elevadas a espécies, que é o das chocas-pintalgadas (Thamnophilus punctatus), muito parecidas com as chocas-barradas, mas tendendo a apresentar uma coroa mais negra e as manchas das asas e da cauda mais definidas. Há dimorfismo sexual,sendo o macho cinza e a fêmea parda. Uma característica que distingue esta espécie de outras chocas é a falta de pintas ou barras escuras ou de manchas pardas no macho. Provavelmente a choca mais comum das bordas de mata do Brasil não-amazônico, a choca-da-mata é na verdade um complexo de subespécies que compreende algumas populações provavelmente merecedoras do status de espécie, seja pela coloração, pelo isolamento geográfico ou pela vocalização, como é o caso da subespécie do nordeste (Thamnophilus caerulescens cearensis), com vocalização claramente distinta das populações ao sul. É uma espécie encontrada geralmente aos casais nos estratos médios e inferiores de florestas secundárias, nas matas de galeria e bordas de matas densas pulando por entre as ramagens, trepadeiras e cipós. Aparentemente vem ganhando espaço nas regiões urbanizadas mais arborizadas como parques e pomares. Assim como outras chocas alimenta-se basicamente de insetos que captura ao inspecionar as folhas e os caules de trepadeiras, mas também pode incluir pequenos frutos em sua dieta. Na região sudeste sua vocalização consiste em um canto que lembra algo como “au”, repetido cerca de 6 vezes consecutivas. Existe uma vocalização mais aguda e menos intensa, um piado curto que o casal emite enquanto se desloca, como se fosse uma conversa entre os dois. O ninho é uma pequena tigela feita a base de gravetos sobre uma forquilha de árvore ou nas ramagens de trepadeiras. O casal se reveza na construção do ninho e alimentação dos filhotes, que costumam ser dois, mas já foram relatados casos em que o macho abandonou o ninho e a fêmea criou os dois filhotes sozinha e com sucesso.
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20/02/20079
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Identificação: há uma discussão sobre o status desta espécie. O Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos atualmente considera duas espécies do gênero Suiriri, o suiriri-cinzento (Suiriri suiriri), que é dividido em duas subespécies, S. suiriri suiriri, também conhecido como suiriri-do-sul (foto ao lado), que ocupa o centro-sul do país e o suiriri-do-cerrado, S. suiriri affinis, que ocorre no Brasil central e no Nordeste. Este último difere por apresentar o uropígio (base superior da cauda) amarelado, enquanto esta região é cinza no primeiro. A outra espécie considerada é o recém-descrito suiriri-da-chapada, restrito às chapadas do planalto central, com coloração mais próxima à do S.suiriri affinis, pois a base da cauda é amarelada, mas apresenta bico menor e a ponta da cauda é clara. Há artigos descrevendo hibridações entre estas espécies e subespécies. Sabemos tão pouco sobre esta espécie que não há nem consenso sobre seu status como espécie. Trata-se de uma ave solitária, as vezes vista aos pares. Seus hábitos lembram muito os dos siriris do gênero Tyrannus, pois passa a maior parte do tempo imóvel, empoleirada em galhos sem folhas de árvores altas, de onde voa para capturar insetos alados e depois retorna ao poleiro. Não se aproxima muito de áreas urbanas, mas pode ser encontrado na zona rural próximo às habitações. Raramente é uma espécie abundante, o que é um pouco estranho se pensarmos que não é muito exigente quanto ao hábitat, sendo encontrada em vários tipos de formações vegetais abertas. Há um estudo que cita uma redução na população de suiriris-cinzentos após queimadas numa região de cerrado. Este estudo associa este resultado à perda das árvores que esta ave usa como poleiro após as queimadas. É provavelmente migratório, mas suas rotas e trajetos de migração ainda não foram investigados.
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20/02/20076
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Identificação: é uma das poucas andorinhas que não apresentam a cor azul em sua plumagem. Existe outra espécie, a andorinha-morena (Alopochelidon fucata) com a qual se parece muito e é as vezes impossível de se distinguir à distância. Andorinha-morena é muito mais rara que a andorinha-serradora, chegando até mesmo a figurar como provavelmente ameaçada de extinção na lista oficial das espécies do estado de São Paulo. As únicas características que diferenciam estas duas andorinhas são a região cor de canela, que na andorinha-serradora está restrita à garganta, enquanto na andorinha-morena esta cor se espalha até o peito. A andorinha-morena apresenta uma mancha negra na região dos olhos e na coroa, ausente na andorinha-serradora e por último a andorinha-serradora possui uma cauda um pouco maior e mais dividida. É uma espécie comum de andorinha, especialmente em regiões próximas à água. Assim como outras andorinhas bebe água em vôos rasantes sobre a superfície dos rios e lagos. É também com vôos rasantes à superfície da água que costuma apanhar insetos alados como quironomídeos e outros dípteros. Seu nome deriva do aspecto serrilhado das penas das asas. São menos gregárias que outras andorinhas, formando pequenos grupos e sendo facilmente observadas sozinhas, descansando em fios de eletricidade ou árvores altas sem folhas. Constrói seus ninhos em cavidades em barrancos, como ninhos abandonados de Martins-pescadores ou em buracos em paredões rochosos. O casal forra estas cavidades com penas e materiais macios. A fêmea bota de 3 a 6 ovos e os incuba sozinha por 16 a 18 dias. Os filhotes abandonam o ninho após cerca de 13 dias. Ao contrário de outras andorinhas esta espécie não forma colônias reprodutivas. As populações mais ao sul são migratórias e voam em direção à linha do equador no inverno. As populações equatoriais são sedentárias. Existe outra espécie de andorinha-serradora que se distribui na América Central e do Norte, a Stelgidopteryx serripennis e é sua equivalente ecológica nestas regiões.
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20/02/20076
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Identificação: o gênero Sporophila compreende mais de 25 espécies em nosso país. Estas espécies são conhecidas popularmente como “papa-capins”. As fêmeas da maioria destas espécies são pardas e praticamente impossíveis de serem distinguidas. Já os machos apresentam padrões de coloração mais típicos. O coleiro-baiano se diferencia de todas as outras espécies do gênero pela região negra que vai desde o peito até a face e pelas partes superiores marrom escuras. Só a região da barriga é clara. De hábitos muito semelhantes aos dos outros papa-capins (ver Sporophila lineola e S. caerulescens neste site), com os quais chega a formar bandos mistos fora da época reprodutiva, o coleiro-baiano, também é chamado de coleirinho-macaco ou papa-capim-de-peito-preto. O nome “baiano” não é muito apropriado, já que esta espécie se distribui pela maior parte dos estados brasileiros e até mesmo outros países, não só na Bahia como o nome indica. Por outro lado é fato que esta espécie é muito comum na Bahia e nos estados fronteiriços. Não costuma chegar tão perto de áreas urbanas quanto o coleirinho ou o bigodinho, mas pode ser comum em fazendas. Não é o papa-capim mais popular quando o assunto é criação de aves em cativeiro, mas há criadores que apreciam muito esta espécie. Seu canto lembra o do coleirinho, porém é menos melodioso. Na época da reprodução o casal se isola do grupo. O ninho é uma tigela rasa feita de gramíneas. A fêmea põe dois ou três ovos.
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20/02/200713
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Identificação: o gênero Sporophila compreende mais de 25 espécies em nosso país. Estas espécies são conhecidas popularmente como papa-capins. O bigodinho é uma das espécies de fácil distinção, pois é a única a apresentar um padrão de coloração alvinegro bem definido. Sua característica mais marcante são as bochechas brancas (“bigodes”), a área branca na testa (ausente na população amazônica) e a região branca no uropígio, que é a base superior da cauda. As fêmeas são pardas e praticamente idênticas às dos outros papa-capins. O nome bigodinho á uma alusão às manchas brancas nas bochechas desta ave, que chama atenção não só pela coloração, mas também pelo canto, bem mais complexo que o do coleirinho, seu parente próximo que ocorre muitas vezes nos mesmo locais. Assim como o coleirinho (ver neste mesmo site) é muito procurado e capturado como ave de gaiola. Já foram registrados híbridos de bigodinhos com coleirinhos tanto em cativeiro quanto na natureza. É um pouco mais específico quanto ao habitat que o coleirinho, pois ocorre em áreas mais arborizadas e é mais abundante próximo à água. É também mais arbóreo só descendo ao solo para se alimentar e mesmo assim procura alimento em árvores. A reprodução é muito semelhante à das outras espécies do gênero. O casal constrói um ninho à base de gramíneas, no qual a fêmea bota geralmente 2 ovos. A incubação leva cerca de duas semanas e os filhotes abandonam o ninho em tempo equivalente. É migratório e abandona as regiões mais frias no inverno. Suas datas de migração são bem definidas. Na região sudeste só aparece nos últimos meses do ano e desaparece nos primeiros.
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20/02/200716
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11,5cm Identificação: quase inconfundível, ao menos em ambientes alterados pelo homem, as outras espécies brasileiras da família Troglodytidae são típicas de ambientes florestais ou restritas a habitats muito específicos. Até recentemente a espécie Troglodytes aedon tinha sua distribuição registrada em todo o continente americano, exceto acima do Círculo Polar Ártico, no entanto após uma série de estudos as populações ao sul do México passaram a ser consideradas como uma espécie distinta, renomeada como Troglodytes aedon. A mudança no nome científico não mudou em nada a popularidade desta ave já muito conhecida em nosso país. Esta pequena ave apresenta um comportamento hiperativo, pulando pelo chão a procura de pequenos invertebrados, lembrando um camundongo ( musculus = camundongo ). Também pode saltar de galho em galho com a mesma velocidade, porém raramente se alimenta muito distante do solo, empoleirando principalmente para cantar. Sua vocalização é muito complexa e melodiosa, algo que é de se esperar para uma ave da mesma família do famoso uirapuru. Com certeza os comportamentos mais notáveis em relação a esta espécie referem-se a sua reprodução, pois a corruíra é capaz de construir seu ninho nos locais mais improváveis. A lista de relatos de ninhos construídos em condições incomuns é grande, passando por telefones públicos, tratores, caixas de música, instalações elétricas, etc. É uma das aves que mais se aproveita dos ninhos artificiais disponibilizados pelos humanos, especialmente caixas com entrada pequena. Os ovos, de 3 a 6, eclodem após cerca de duas semanas e os filhotes demoram quase o dobro deste tempo para abandonar o ninho. Os pais se revezam nos cuidados com os filhotes. A corruíra pode destruir ovos de outras espécies de aves sem nem mesmo alimentar-se deles. Este comportamento pode estar relacionado à eliminação de competidores de outras espécies. Há vários relatos deste comportamento para a espécie americana, e para a brasileira há uma descrição de predação em ovos do sabiá-pardo (Turdus leucomelas ).
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20/02/200715
Figura ilustrativa
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12cm Identificação: o gênero Sporophila compreende mais de 25 espécies em nosso país. Estas espécies são conhecidas popularmente como ``papa-capins´´. As fêmeas da maioria destas espécies são pardas e praticamente impossíveis de serem distinguidas. Já os machos apresentam padrões de coloração mais típicos. Dentre os papa-capins existem 3 espécies que se assemelham mais ao coleirinho, o coleira-do-norte (Sporophila americana), que possui um padrão alvinegro mais definido que o coleirinho, destacando-se uma faixa branca que vai quase até a nuca e a ausência de manchas negras na garganta, o bigodinho (Sporophila lineola), que além de ter o padrão alvinegro ainda mais definido que o anterior possui áreas brancas na fronte, nos lados da face (``bigodes´´) e na região do uropígio (base superior da cauda), e por último existe o coleirinho-do-nordeste (Sporophila albogularis), este sim, muito parecido com o coleirinho, porém sem a mancha negra na base inferior do bico. É a espécie mais popular do grupo dos papa-capins, sendo também a mais abundante na maioria dos locais onde ocorre. O coleirinho é também uma das aves nativas mais comumente criadas em cativeiro e conseqüentemente uma das espécies mais capturadas por alçapões e outras armadilhas. Atualmente há grupos sérios de criadores de aves que estão se articulando para por fim à prática de captura desta e de outras aves canoras e há inclusive dispositivos legais obrigando o anilhamento como forma de certificação de espécimes nascidos em cativeiro. Na natureza é uma ave de comportamento gregário, vivendo em grupos de 6 a 20 indivíduos, inclusive as vezes formando grupos mistos com outras espécies de papa-capins. O peso e tamanho reduzidos permitem a esta ave alcançar as sementes de gramíneas trepando pela haste das plantas. Assim como outras aves o coleirinho foi beneficiado pela introdução de algumas gramíneas africanas, especialmente da braquiária, que parece ser a base de sua alimentação em áreas alteradas pelo homem. O ninho, feito à base de gramíneas e outras fibras vegetais é construído em forma de tigela rasa sobre arbustos a poucos metros do solo. A fêmea põe geralmente 2 ovos, que são incubados por cerca de duas semanas. Os filhotes abandonam o ninho após mais duas semanas e atingem a maturidade sexual logo no primeiro ano de vida. O casal pode procriar até 4 vezes ao ano quando em cativeiro. As populações mais meridionais são migratórias e deslocam-se para latitudes mais baixas nos meses mais frios. Tenho observado que nos últimos anos há uma população remanescente no estado, mesmo em pleno inverno, o que pode ser conseqüência (ou evidência!) das mudanças climáticas que vem afetando nosso mundo nas últimas décadas.
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05/02/200720
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Identificação: existem no Brasil outras três espécies de canários do mesmo gênero, praticamente idênticas. É quase que impossível distinguir as fêmeas ou imaturos das quatro espécies, pois são todas de coloração básica bege com manchas escuras, compondo um padrão ``carijó´´. Os machos das quatro espécies são amarelados. Uma característica única do macho de canário-da-terra-verdadeiro (S.flaveola) é sua coroa alaranjada, presente especialmente na plumagem reprodutiva. O canário-do-amazonas (S. columbiana) difere por ser menor que o da terra, o canário-rasteiro (S.citrina) difere por apresentar coloração esverdeada nas partes superiores e o canário-tipio (S. luteola) difere por apresentar mais manchas marrons que todos os outros, até mesmo na cabeça. Uma de nossas aves mais famosas, o canário-da-terra é bonito até no canto, que surpreende pela complexidade da melodia e pelo fôlego do animal. É uma pena que exatamente por estas virtudes é também uma das aves mais perseguidas pelos passarinheiros. Na maior parte do país basta esta ave se aproximar de habitações humanas para as pessoas armarem seus alçapões aguardando sua captura. Geralmente os exemplares mais cobiçados são os machos, tanto pela coloração vistosa quanto pelo canto mais complexo. Os machos de canários são territoriais e muito agressivos com machos rivais. Essa agressividade dos machos deu origem a uma das práticas mais condenáveis entre alguns passarinheiros, que é a briga de canário, na qual, assim como na briga de galo, as pessoas fazem apostas na ave vencedora. Tais brigas costumam terminar com as duas aves seriamente feridas ou com a morte de uma delas. Por outro lado existem criadores de aves que prezam muito pela saúde e bem estar de suas aves e há cada dia mais pessoas se esforçando para eliminar a clandestinidade e a captura destas aves na natureza, até porque o canário reproduz-se bem em cativeiro. Alguns destes criadores chegam até mesmo a reintroduzir os canários em locais onde foram dizimados pela caça. Existem campeonatos para eleger as melhores aves segundo vários parâmetros, como variedades de plumagem e estilos de vocalização. As aves premiadas chegam a alcançar preços muito altos. Na natureza o canário-da-terra é uma ave que vive em pequenos grupos, ciscando no solo de campos, cerrados e outras formações abertas. É uma ave abundante nos locais onde não é caçada, chegando a formar concentrações de dezenas de indivíduos na época de colheita de grãos. O ninho é uma tigela rasa feita a base de palha e penas e costuma ser construído em cavidades como ninhos abandonados do joão-de-barro ou locais abrigados como frestas entre telhas de construções rurais.
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Idiomas disponíveis: Português Inglês
05/02/200711
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Comprimento: 22cm Identificação: existem várias espécies de tiranídeos com o mesmo padrão de cores, dentre as quais 4 são particularmente similares ao bem- te-vi: o nei-nei (Megarynchus pitangua), o bem-te-vizinho-do-brejo (Philohydor lictor), e os dois bem-te-vizinhos do gênero Myiozetetes, o M. similis e o M. cayanensis. O nei-nei é do mesmo tamanho do bem-te-vi, mas possui um bico maior e bem mais largo (ver neste site), o bem-te-vizinho-do-brejo é mais esbelto, menor e apresenta o bico proporcionalmente mais afinado achatado. Já os bem-te-vizinhos do gênero Myiozetetes são menores, possuem o bico cônico e proporcionalmente menor e as sobrancelhas brancas menos definidas. É sem dúvida alguma uma de nossas aves mais famosas não é para menos se pensarmos que está presente desde as praias de nosso litoral até as bordas da Floresta Amazônica. É também muito popular nos outros países onde ocorre, recebendo nomes onomatopéicos em várias línguas como kiskadee em inglês, qu´est ce em francês (Guiana) e bichofêo em espanhol (Argentina). Sua abundância pode ser explicada por sua versatilidade e inteligência para se adaptar aos vários ambientes que ocupa, o que transparece até mesmo em sua alimentação onívora. Quando no litoral captura ``baratinhas-de-praia´´ e ou- tros pequenos crustáceos nas pedras, no cerrado banqueteia-se com os cupins alados quando estes saem para a reprodução, em cidades chega a esperar a noite para capturar mariposas e outros insetos nas luzes artificiais, quando em lagos pesca pequenos peixes nas margens e não dispensa nem sobras de ração de cachorro e migalhas. Além de tudo isso ainda consome ovos e filhotes de outras aves e já o vi comendo uma pequena cobra e em outra ocasião um lagarto, ambos mortos com golpes contra uma superfície sólida. É territorialista e investe contra outras aves que tentem invadir seu território. Na época da reprodução o casal constrói um ninho globular com cerca de 25 cm de diâmetro, tipicamente em árvores altas e sem folhas. O ninho é construido com fibras vegetais, mas em áreas urbanas já foram encontrados todos os tipos de materiais possíveis no ninho, desde pedaços de pano até rabiolas de pipa.
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05/02/200720
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Comprimento: 18cm Identificação: existem outras 4 espécies de cardeais: o do sul (Paroaria coronata), o da amazônia (P. gularis), o do pantanal (P. capitata) e o de Goiás (P. baeri). O topete do cardeal-do-sul o distingue do cardeal-do-nordeste. Já as espécies restantes diferem pelo fato de possuírem manchas negras na garganta ou em partes da cabeça, enquanto estas regiões são in- teiramente vermelhas no cardeal-do-nordeste. É sem dúvida uma das aves mais belas do Nordeste brasileiro, onde é mais conhecida como galo-da-campina. É originalmente espécie endêmica do sertão nordestino, mas hoje em dia expandiu sua distribuição com a ajuda direta ou indireta do homem. Foi favorecido pelo deflorestamento e com isso passou a habitar não só o sertão, mas também regiões antigamente ocupadas por florestas, chegando até o litoral. Sua beleza faz com que seja perseguido ao longo de toda sua distribuição por passarinheiros que abastecem o tráfico de aves nacional e até mesmo in- ternacional. Foi a partir de aves de cativeiro que fugiram, ou até mesmo por solturas intencionais, que esta ave passou a ocorrer em locais bem distantes de sua distribuição original, como as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, onde mantêm populações estáveis. Alimenta-se basicamente de sementes e pequenos insetos que captura no solo. Aprende a comer em comedouros artificiais e pode se tornar muito dócil quando acostumada. Vive aos pares ou em pequenos grupos. Sabe-se muito pouco sobre seus hábitos e ecologia na natureza. Quase tudo o que se sabe sobre seu comportamento foi descoberto por meio de aves em cativeiro. Sabe-se que as aves de cativeiro são muito sensíveis a vários tipos de parasitoses, o que somado ao fato de serem muito arredias e se estressarem facilmente tem como consequência uma mortalidade elevada.
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30/01/200714
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